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Racha da União Progressista com Lula turbina ofensiva bolsonarista

A saída da União Progressista da base aliada do governo Lula fortalece a pressão no Congresso por uma anistia geral aos condenados do 8 de Janeiro
  • Categoria: Geral
  • Publicação: 07/09/2025 05:43

A decisão da União Progressista federação que une União Brasil e Progressistas de se afastar formalmente da base do governo Lula redesenhou o tabuleiro da anistia no Congresso.

O gesto, embora ambíguo, já que o grupo manteve ministros e cargos relevantes em estatais, foi interpretado pela oposição como aval para ampliar a pressão sobre o presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), a pautar a proposta de anistia ampla, geral e irrestrita para os condenados pelos atos de 8 de Janeiro.

O movimento da federação não foi linear.

O União Brasil, herdeiro do antigo DEM, sempre manteve um pé no governo e outro na oposição.

Ministros como Celso Sabino (Turismo) e Juscelino Filho (Comunicações) permaneceram no primeiro escalão mesmo após a nota oficial anunciando a saída da base.

No Progressistas, a contradição se mostrou ainda mais evidente: a legenda controla postos estratégicos, como a Caixa Econômica e a Codevasf, sob influência direta de caciques como Arthur Lira (PP-AL) e Elmar Nascimento (União-BA). https://youtu.be/6qoec5nXrbU?si=7WsiZSGz3VH4yfIl